Tods falam e vivem o Natal...
Natal dos povos, do pobre, do rico, do branco
Natal do velho, do jovem, adulto e criança
A embalar no mesmo sonho.
Natal
Dos que promovem a guerra
Dos fracos, oprimidos, doente e miseráveis
Dos garotos de rua, dos drogados e dos condenados a morte
Dos perseguido, do corrupto, dos desempregados
Do viciado e endividados.
Todos falam e vivem ...
O Natal...
Da prostituta, do trabalhador, do criminoso
Do egoista, do sabe tudo que trangridem em passos lentos,
mas mesmo assim falam do natal
Natal
De mesa farta, ou da vida
Da mesa sem peru
Do peru sem mesa
De nada sem um nada
Da miséria, do abandono, dos desencontros e da tristeza.
Todos falam e vivem o Natal
Sem festa, sem bebedeira, sem gritos
Sem euforias
Natal
Do mendigo, dos assaltantes
Do pai sem o filho
Do filho sem o pai
Da mãe sem a filha
Da filha sem a mãe
Sem a família, sem horizonte, sem ponto de chegada
Todos falam e vivem o natal
Que paira a poesia
Sem verso sem expressão
Sem sentido, sem respostas
Este é o Natal que fala o poeta
Que lembra gratuitamente, com poesia, com charme
E alegria, com tudo ou o nada
Natal
Que se faz presente, na felicidade de uma nação
Que se unem, em corpos presente
Mas que ainda falam e vivem o Natal, e nem sequer lembram...
Do principal na cabeceira da mesa na hora da ceia...
Um simples homem chamado
JESUS !!!
Fião
13 janeiro 2012
Todos falam e Vivem o Natal...
“Eu não posso esperar que o tempo traga a tradução
Dos sonhos, seu significado é tão maior que meu ser
Que já tornou – se sonho e já é parte do impossível,
Já sou o impossível, o próprio desafio de viver, sou
A própria busca de mim, sou enfim tudo
O que não é e se quer, tudo a ausência da própria falta,
Sou a solidão da lua, a singularidade do sol.”
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