Talvez o pássaro voe novamente ...
Talvez o vento encontre com a garoa..
O momento intervém além da curva do destino...
Seu beijo em frente ao espelho manchou a saudade e o coração desprotegido...
Talvez eu fique aqui ouvindo o barulho do mar, com uma concha a muito tempo encontrada...
O primeiro beijo fez eu relembrar o passado e me trazer o presente que fugiu de minhas mãos fazendo ouvir a sua canção preferida...
No labirinto do desconhecido encontrei - te além da imaginação do sono esuberante...
Que seja assim...
Que seja repetido novamente... são sei ...
Eu quero aqui mais uma vez ficar e sentir o perfume que veio com o tempo..
Talvez eu faça um barquinho de papel para navegar no mar de minha ilusão...
Talvez eu seja um bravo marujo para adentrar nesse mar e e resgatar meu tesouro perdido que se afundou na incerteza de dois corações...
Por não entender o próprio presente a própria vida o próprio amor...
22/09/1997
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30 outubro 2011
Descasos
“Eu não posso esperar que o tempo traga a tradução
Dos sonhos, seu significado é tão maior que meu ser
Que já tornou – se sonho e já é parte do impossível,
Já sou o impossível, o próprio desafio de viver, sou
A própria busca de mim, sou enfim tudo
O que não é e se quer, tudo a ausência da própria falta,
Sou a solidão da lua, a singularidade do sol.”
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