Rastros no meio do caminho são fagulhas que o tempo desintegra na mediocridade dos anos
Ainda resta lembranças da vida, dos estilhaços que a própria maturidade transcreve em meio as linhas tortas do desconhecido.
Na ciranda do apocalipse dos tenebrosos resta somente a maldade na cabeça e o esquecimento cai por terra como tempestade de uma sexta feira treze.
O espinho trai quem ama as flores e a beira do caminho ele está debruçado com a solidão e a saudade de sua amada.
O vento balança calando a madrugada e o bohemio da noite acende seu charuto enquanto dedilha algumas notas em seu violão de pensamentos.
As lágrimas desencadeiam o desencontro e a solidão faz chorar a tristeza como marcas que deixarás cicatrizes no passado...
A justiça engana os homens, o preconceito os corrói, a ganância mora ao lado da casa...
O homem o destino e sua profecia, Deus a eternidade e o paraíso, moram juntos ao despertar da vida hipócrita que nem sabe porque vive....
Enquanto esquecido lá cruz sua mãe ainda chora, ao ver o filho que foi esquecido por muito da humanidade....
31/12/1996
9:07 da manhã
26 outubro 2011
Buscas
“Eu não posso esperar que o tempo traga a tradução
Dos sonhos, seu significado é tão maior que meu ser
Que já tornou – se sonho e já é parte do impossível,
Já sou o impossível, o próprio desafio de viver, sou
A própria busca de mim, sou enfim tudo
O que não é e se quer, tudo a ausência da própria falta,
Sou a solidão da lua, a singularidade do sol.”
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Como o vento que sobrevoa .... os caminhos de um destino sem fronteira.... Simples, humilde como o vento lhe desejo felicidades.... Porque l...
Nenhum comentário:
Postar um comentário